Thursday, March 26, 2015

[objects of desire] aiii o A N E L

Não sei à quanto tempo o ando a namorar... É lindo. É da Pandora. Já o experimentei em todas as lojas e já sabemos qual a medida. O homem já o tentou comprar mais do que uma vez desde o Natal até hoje. Não, ele não disse que tentou! Eu vi mesmo. Mas o raio do anel está esgotadissimo em todas as lojas oficiais, no número de Cinderela que os meus dedos vestem. Resta-nos continuar a perguntar de vez em quando se o dito aparece... Mas que quero, quero!

Quero <3




Aquele beijo,
*muah*
Ana

Wednesday, March 25, 2015

[se eu fosse uma mãe cheia de estilo] era assim que o meu puto ia andar nos meses de inverno

Agora que a questão do rosa e dos folhos, laços e tules foi ultrapassada, a vontade é de ir às compras e pegar em tudo o que é roupa de menino. Dos 0m aos 6anos, tudo é válido! Tanto para um como para outro, há coisas girissímas, e eu bem sei que vem aí o calor e o puto vai nascer no Verão, mas no Verão anda-se quase nu, certo? Eu já andei foi a espreitar roupas assim mais quentinhas - se calhar porque ainda não temos sol lá fora! Não sou daquelas mães que usa tudo muito azul, muito bebé, muito fofinho. Gosto deles vestidos à homenzinhos! Acho que firam girissímos. Alguns conjuntos que gostei de ver. Digam-me o que acham! 



Aquele beijo,
*muah*
Ana

Monday, March 23, 2015

[confissões] Residência alternada? Sim!

Comentei com a minha mãe, no outro dia, depois de conhecer a história de um pai a quem não foi permitida a guarda conjunta com residência alternada, como tinha tido azar com as "pessoas" que fui apanhando ao longo do processo de regulação do poder parental.

Mas, quem teve azar não fui eu. Por mais que me custe admitir! Quem teve azar foi aquele pai e aquela criança, porque só podem ser pai e filho de 15 em 15 dias, e ser pai não é isso.

Aquele pai queria tanto como a mãe poder estar com a criança. Aquele pai tinha tanto direito como a mãe a poder estar com a criança. Mais que isso tudo, aquela criança tem direito a ter um pai presente na vida dela, e de 15 em 15 dias é tão difícil.

Custa-me admitir, porque EU contínuo a querer que o meu filho possa estar todos os dias comigo. Que viva na nossa casa. Que partilhe todas as suas alegrias e tristezas, os seus medos e inseguranças, os seus desejos e vontades. Mas EU sou mãe. E ser mãe é isto! Querer estar sempre presente na vida dos nossos filhos, quer eles tenham 5 ou 50 anos. É saber se estão bem, se já chegaram a casa, o que vão jantar...

Mas ele, o meu mais que tudo, tem todo o direito a ter um pai presente na vida dele. E por mais que me custe, por mais que as coisas não sejam como EU quero desejo no outro lado, a verdade é que ele está cada vez mais crescido. As coisas não são conforme eu gostaria que fossem, e se voltarmos aos primeiros posts, em que falo da conversa com a assistente social, aquelas coisas de que eu falava na altura, a que chamei mesquinhas, são exactamente as mesmas de que me queixaria agora, mas são coisas pequenas que não mudam em nada a felicidade ou o bem estar do meu R. e já passaram 4 anos desde que eu e o pai M. nos separámos, desde que o R. tem esta vida de residência alternada. Como ele dizia hoje, é uma tartaruga. Não que ande literalmente de casa às costas, porque não anda, mas há coisas que andam sempre de um lado para o outro.

E o pai... bem, o pai tem tanto direito como eu a querer estar com ele. E esta criança que ambos criamos, tem a sorte de não ver os pais discutirem, como tantos outros que vivem com pai e mãe juntos. Esta criança tem dois pais que, por mais que discordem, conseguem sempre fazer o melhor para ela. E isso é o mais importante.



Aquele beijo,
*muah*
Ana

Friday, March 20, 2015

... tipo, e eu? parte iii

[continuação deste post]

Sou de fases. De manias. Tanto me apetece pintar durante uma semana seguida sem pensar em mais nada, como na semana seguinte não consigo olhar para os pincéis. Ando numa fase em que não me apetece nada. Deve ser da gravidez. Se seguem o blog, já sabem que estou grávida de um menino. Outro. Ainda não tem nome, e pra já é apenas o "bebé". Somos três a dar palpites, o que torna difícil a escolha. Disse-vos que tinha uma loja, chamada STORIN, mas neste momento está em stand-by. É que realmente a vontade é nenhuma, desde que começaram os enjoos e as más disposições. Sim, estou de quase 22 semanas, e contínuo mal disposta quase todos os dias. As hormonas também têm levado a melhor, e volta e meia ou choro (muito, por nada) ou ando rabugenta e nem eu tenho paciência para mim mesma. Coitados dos que me aturam. No outro dia respondi mal à minha avó, e à noite chorei baba e ranho por ter sido má! Mas é isto, há que dar o desconto, porque estou grávida, certo? Isto de estar grávida também tem as suas vantagens. Já vos disse que adoro roupa, só não adoro andar às compras. Mas agora, parece que me sinto bem com qualquer trapinho. 
Tenho saudades do meu pequeno, o meu príncipe, o meu rei, o meu mais que tudo. Estamos em semana não, e não está a ser fácil. As estúpidas das hormonas ainda agravam mais esta saudade louca. Ando preocupada com ele. Vai ter dois irmãos (ou um irmão e uma irmã) precisamente ao mesmo tempo. Parece que o pai M. teve a mesma ideia que nós, e a diferença é uma coisa de dias. Por mais que diga que está feliz e que quer um mano, acredito que não seja fácil lidar com tudo. Para mim não está a ser. A ideia de poder não ter tempo para dar atenção aos dois preocupa-me. Deixa-me ansiosa. Será que sou capaz? Espero Sei que sim. Não quero negligenciar nenhum dos dois. Principalmente, não quero que  o R. sinta diferença entre ele e o "bebé" que aí vem. Espero poder contar com todos à minha volta para que isso não aconteça. E esqueçam lá a história de andar sempre a lembrar ao rapaz de que vai ser o mano mais velho, e que depois não pode fazer barulho, e que a mãe não vai ter tempo nem paciência para lhe cantar todas as noites por causa do bebé. A mãe vai tentar continuar a fazer tudo por ele como fez até hoje. E fará o mesmo pelo "bebé". E o barulho? A cria pequena habitua-se. Não vamos viver tempos de silêncio, em que o único que pode fazer barulho é a cria quando tem fome. Não! Vamos continuar a ter tempo para brincar e cantar e divertir-mo-nos. E depois, quando estiverem os dois na cama, a mãe vai cair pro lado sem forças, e o R. grande é que vai ter que a aturar. Mais uma vez, coitados dos que me aturam. E é isto... É o que espero conseguir fazer. Não é tarefa fácil, mas acredito que por amor conseguimos tudo, e amo muito estes dois (o R. e o projecto).

[to be continued...]




Aquele beijo,
*muah*
Ana

Wednesday, March 18, 2015

[se eu fosse uma mãe cheia de estilo] na praia

Quarta feira é dia da beleza. Ou do estilo. Ou apenas de divagações sobre moda! Não me parece que seja esta a opção que vá escolher para os dias de sol, lá mais para o verão, quando a minha barriguita estiver gigante. Nunca fui muito dada a fatos de banho (nem a praia, o que se percebe pelo meu tom de pele). Mas genuinamente adoro ver uma grávida de fato de banho, e deixo-vos alguns exemplos que adoro. 



* Fatos de Banho! Quase todos de prender ao pescoço, porque é mais a minha cena. Os dois primeiros e o último são da MotherCare, e o branco e preto com um padrão florido da Aqua Maternity. Gosto mesmo de todos, e acho que ficam lindos com a barriguita. Veremos se vou ou não pender para os usar. Não sei como me ficariam. Se souberem de sítios com fatos de banho para grávidas, onde possa experimentar, digam! Fico à espera das sugestões!


Aquele beijo,
*muah*
Ana

Tuesday, March 17, 2015

[há dias assim] Sugestões para o Dia do Pai

Não gosto do Dia do Pai. O ano passado assumi aqui no blog e expliquei as minhas razões. Também não acho particularmente piada ao dia da mãe, dos namorados, dos avós... whatever! Acho que se forem tratados de forma especial fazem sentido. O que não faz sentido é o consumismo extremo que se gera à volta deles. No entanto... Este será o último ano em que não terei que me preocupar com o dia do Pai. O R. tem o pai dele, mas quem se preocupa com a prenda não sou eu. Em parte até sou, porque fui eu que recebi o pedido de material da escola e o enviei, mas não me cabe a mim "comprar" uma prendinha, simbólica que seja, para ele oferecer ao pai M. Para o ano a história muda de figura. A cria já cá estará, o R. grande já será o pai R. e a cria ainda não terá habilidade para fazer uma prendinha para o pai. Então, lá terá que entrar a mãe ao serviço!

Este ano, como ainda não há prendas para ninguém, fica aqui uma lista de sugestões, que será mais uma lista daquilo que o pai R. gostaria (provavelmente) de receber. Algumas fora do orçamento e cheias do mais puro consumismo, é verdade, mas é só uma lista dos desejos dele (ehehe)!

Uma PlayStation 4 novinha, já montada e pronta a jogar. Faria as delicias não só do pai, como da mãe e das crias. Apenas se tiveres vontade de passar mais tempo sozinha. 

A acompanhar a PS4, tinha que vir um jogo. Pela minha experiência, este é o jogo mais jogado entre homens e infelizmente aquele que mais odeio e no qual não consigo participar. 

O meu homem é um vaidoso. Se vos disser quantos pares de ténis, só dele, existem cá em casa, vocês percebem. Mas, se formos justas, um par de sapatos novos nunca é demais. Sei que ele adora cores berrantes, que já não são para a idade dele, mas se é para dar, que seja algo que ele adore (e que não use quando sair conosco à rua).

Umas calças da Zara que o homem anda a namorar desde que elas apareceram. Não parecem muito giras assim na foto, algo banais até. Mas o homem de banal não tem nada, e estas calças não são para qualquer homem, porque são daquelas apertadinhas e ainda por cima, meio brilhantes (mas quem pode, pode, e naquele corpinho tudo fica bem). Eu também gosto de o ver assim, aperaltado e a destacar-se da multidão! Mas se o vosso homem não for desses, umas calças que ele goste são a ideia essencial. E das quatro sugestões, talvez a menos consumista, porque umas calcinhas fazem sempre jeito!

Se ainda não prepararam nada, apressem-se! Já falta pouco!

Aquele beijo,
*muah*
Ana

Saturday, March 14, 2015

[não me sai da cabeça] Frozen - Vem fazer bonecos de Neve

Mais uma das nossas músicas. Passamos a vida a cantá-la. Eu e ele, o meu reizinho. Sabe-a de cor. Adora o filme e já o vimos milhentas vezes. No outro fiz-lhe uma surpresa e pus na pen as músicas que ele tanto gosta e levei para o carro quando o fui buscar à escola. Cantámos com o som super alto, e ficamos a cantar à porta de casa, já parados até a música acabar. Adoramos! E hoje que ele não está, não me sai da cabeça. Vem fazer bonecos de neve, do filme Frozen da Disney. 

"Vem fazer bonecos de neve // Na bicicleta passear // A tua companhia quero ter // Até com quadros na parede vou falar"



Aquele beijo,
*muah*
Ana

Thursday, March 12, 2015

[objects of desire] A mala da mãe... ou da criança!

Ainda não sabíamos se era menino ou menina, já sabíamos que tínhamos que comprar uma mala para carregar a casa atrás. A do R. é do R. e é grande e pesada demais para eu conseguir carregar com ela e com um ovo e mais um filho na outra mão. Além disso, usamo-la para viagens, onde consigo levar a roupa dele, e os produtos de higiene. Agora, que vem aí mais uma cria, existe a necessidade de outra mal, e desta vez quero uma mais pequena e mais leve. Não quero nada bebezocas, porque quem a vai carregar serei eu ou o pai. Já me apaixonei e o pai também gostou.

A mala é da Pasito a Pasito. É cinzenta. Não é muito grande e dá para usar na mão, no braço ou a tiracolo. Quase que se confunde com uma mala de senhora, e eu gosto muito!

Quero <3




Aquele beijo,
*muah*
Ana

Wednesday, March 11, 2015

[se eu fosse uma mãe cheia de estilo] esta seria uma das minhas primeiras compras

Não é que não tenha um sentido fashion apurado, até tenho (risos) mas o que me falta é altura. E poder de compras. Depois também tenho a mais uns quilos que problematizam a questão. Mas se pudesse vestir qualquer trapinho que fosse, sem olhar ao peso, tamanho das ancas (ou do rabo gigante), altura de criança ou ao crescimento acentuado do valor do visa, estas seriam as minhas escolhas. Se eu fosse uma mãe cheia de estilo, uma nova rubrica, que tanto pode pender para o lado mais "mummy" (e pode ser mummy com ou sem barriga, tanto faz, depende do meu mood diário) como para os pequenitos. Sim, porque se há coisa que gosto é de comprar roupa ao meu filho (mesmo quando ele não precisa assim tanto). Agora com mais um a caminho, haja carteira (a do homem, claro) que aguente!


* Saias compridas! Primeiro, porque adoro saias. Depois, porque acho que as grávidas ficam o máximo e é super confortável. Infelizmente, este ano parece que as lojas não têm muita coisa destas. Encontrei uma na Blanco, que além de grande não tinha um padrão muito bonito (para mim, hey opiniões) e além disso, era demasiado plisada. Sendo eu um metro e meio de gente com ancas assim larguitas (e estou a ser tão simpática comigo mesmo), as pregas na cintura não me ficavam bem. Se souberem de sítios com saias compridas, giras mas giras, digam que cometo a loucura!


Aquele beijo,
*muah*
Ana

Monday, March 9, 2015

[confissões] "ah e tal vamos ter um rapaz" e agora?


É tudo muito giro, isto do "ah e tal vamos ter um rapaz". E de repente, passados uns dias e depois de teres assimilado que é realmente mais um pilas, dás-te conta duma data de coisas, que não tinhas pensado antes, quando interior e secretamente desejavas uma rapazolas:

1. Lá se vai a mobília cor de rosa e verde água que tinhas idealizado! Sim, tu querias um rapaz, mas imaginavas o quarto com rosa bebé, muitas flores e borboletas.

2. Sábado à noite, e eles estão os dois (o R. grande e o R. pequeno) agarrados à playstation a jogar jogos de boxe ou karate ou lá o que é aquilo, com gritinhos do tipo 2ya", "toma", "vai buscar", e "o campeonato é meu". Daqui a uns tempos, serão três a dar gritinhos, e um deles, o que ficar de fora vai dar gritinhos do tipo "vá, agora é a minha vez"! Vamos ter belos serões!

3. Bye bye roupas pindéricas que tínhamos planeado adquirir secretamente numa visita casual à Zara. Nada de laçarotes, saias de tule ou collants com brilhantes! Ou como diria a minha mãe "lá se vão os lacinhos"!

4. Dias de futebol. Não que eu não goste. Gosto! Mas gosto de ver o meu clube, e o clube dos outros, ohpá tenho mais que fazer, tipo adormecer enrolada na manta. Não me parece possível que com três homens em casa, seja possível abdicar dos jogos de futebol. Ao menos ficam entretidos e não chateiam!

5. Ainda não é desta que vamos poder comprar Pinypons. Nem Barbies.

6. Se já passávamos 2 horas na parte dos carros, motas e bicicletas sempre que íamos ao Toys'r'us, agora teremos, muito provavelmente que duplicar esse tempo, porque ambos vão querer experimentar todos os veículos em exposição.



Se podia continuar? Podia. Mas não vale a pena. As vantagens de ter um menino são muitas, e são ainda mais. A cor do quarto já tem solução; serões de fim de semana, se calhar, ponho uns fones nos ouvidos ou vou passear com as amigas; a roupa de bebé rapaz é giríssima e como ainda tenho alguma poupam-se uns trocos; nas noites de futebol agarro-me ao blog (ou à manta e durmo); em vez de Pinypons, continuamos a saga dos Legos e se calhar, para bem da carteira, passamos a ir menos vezes ao Toys'r'us.

Estou mega feliz, e nem isto me desanima. Mas que tive alguns momentos (durante a noite) a digerir a história da mobília, isso estive :)


Aquele beijo,
*muah*
Ana

Friday, March 6, 2015

[o melhor do meu dia] and then, there were 4


Sim, é verdade. Algures para o fim de Julho, passaremos a ser 4 cá em casa, e não podíamos estar mais felizes.

De 20 semanas, por ser mãe de segunda viagem ou porque esta cria é mais calma que o R., só agora senti os primeiros movimentos. Sentia-me preocupada por não sentir. Do R. senti tudo logo desde muito cedo. Se calhar a diferença é agora já saber distinguir movimentos da cria de gases. Não sei, mas a verdade é que todas as dúvidas e angustias foram hoje dissipadas. A cria está bem, a mãe já consegue passar um dia sem enjoar, e o médico confirmou aquilo que, contra tudo e todos, a mãe já previa. É um RAPAZ.


Se queria uma menina? Queria um bebé. Sei que, por já ter um rapaz, haveria uma preferência da maioria da família para uma menina. Desde o principio que acho que é menino. Nunca assumi a preferência, porque o que queria era um bebé saudável e ficaria feliz se viesse uma menina. Mas o meu coração andava vestido de azul.

Serei a princesa da casa, com os meus três homens. Além dum melhor amigo, que já tenho no R, vou ganhar outro melhor amigo, outro protector, outro príncipe. Se tiver que tentar mais uma vez (não estou já a pensar nisso, mas quem me conhece sabe que sempre quis mais filhos), aí sim vou assumor uma preferência rosa. Mas por agora, estou estupidamente feliz.

O R. pequeno queria muito um bebé. Queria uma mana, mas achava que era um rapaz. Mãe e filho eram os únicos com esse "feeling". Acertámos. Está feliz por ser menino, e já disse que quer que durma no quarto dele. Até hoje, dizia que o bebé ia dormir no quarto ao lado. Ver a ecografia em directo, com o médico a explicar, talvez tenha tornado mais real a coisa, apesar de confessar que não conseguiu perceber nada.

O R. grande, esse, está feliz com um rapaz. Ficaria feliz com uma menina. Confessa que queria uma menina, para ser menina do papá, porque os meninos são sempre mais próximos da mãe. Eram os ciúmites a funcionar, mas passou-lhe assim que viu a pilinha da cria.

Estou feliz! E hoje começa uma semana sim, o que me deixa ainda muito mais feliz!

Aquele beijo,
*muah*
Ana

Monday, March 2, 2015

[há dias assim] e este foi de choro!

Contínuo sem me entender com as partidas. Pensei que com o tempo melhorasse. Mas não. Sempre que acaba uma semana sim, lá em o choro, a tristeza, a vontade de ficar aninhada sem fazer mais nada. Esta semana não foi diferente.

Sábado à noite (fizemos a "troca" no sábado por volta das 16:00), dou por mim a chorar a ver o MasterChef Portugal. Chorei quando o senhor falou no filho com parelesia cerebral, ou naquele  outro que estava a concorrer pela segunda vez e nem assim conseguiu. Chorei quando os italianos passaram os dois e se beijaram de felicidade e quando o puto de 18 anos não conseguiu entrar, mas foi-lhe dada uma super oportunidade de em Julho tentar de outra forma. Ninguém chora a ver o Masterchef, mas eu chorei.

Depois decidi que queria ver o "Still Alice", um filme sobre uma professora de 50 anos que decobre que tem Alzheimer precoce. Óbvio que chorei. Nem vale a pena explicar porquê. Do filme falarei outro dia.

Fui para a cama, e chorei. Estás a chorar porquê, pergunta o R. grande. E eu sei lá. Por tudo! Domingo de manhã tomo o pequeno almoço de lágrima no olho. Acordei de olhos inchados e mesmo assim contínuo a chorar.

Gabo a paciência de quem me atura. Mas não consigo controlar. Será que vai melhorar com o tempo?


Aquele beijo,
*muah*
Ana