Tuesday, January 3, 2017

Desejos para 2017 #03

#03
Desejos para 2017: Que nunca nos falte saúde. A mim, aos meus, aos que não são meus mas são de outros. Que o sol brilhe e nos aqueça o coração, que a chuva caia e nos lave a alma. Que possamos apreciar cada momento, seja de sol ou de chuva, cheios de saúde.


Aquele beijo,
Ana

Monday, January 2, 2017

Desejos para 2017 #02

#02
Que sejamos sempre assim, os 4 (ou quem sabe mais que 4, no futuro!). Felizes, amigos, companheiros. Que nos saibamos respeitar. Que possamos melhorar. Que tu Rui continues a aturar as minhas maluqueiras, e que continues a acompanhá-las. Que continues a saber rir de ti, de mim, de nós, comigo, connosco! Que continues a ser o super pai que és, porque preciso disso para ser a super mãe que sou. Que percebas o que me faz passar da marmita, e quando me passar da marmita não te passes também. Que abraces mais, beijes mais, compreendas mais. Que sejas feliz, porque só faremos os miúdos felizes se nós formos felizes.


Aquele beijo,
Ana

Sunday, January 1, 2017

Desejos para 2017 #01

#01
Que vocês caminhem sempre lado a lado, que estejam sempre lá um para o outro. Que saibam respeitar-se mutuamente, que saibam respeitar o espaço um do outro, que saibam partilhar. Que sejam os melhores amigos e confidentes, que se ajudem, se apoiem e se amem muito. Os meus filhos. A minha maior benção. A minha vida.



Aquele beijo,
Ana

Saturday, December 31, 2016

Desejos para 2017

Manda a tradição que à meia noite, ao soar das 12 badaladas, pegues em 12 passas e peças 12 desejos. Deves fazer isto em cima duma cadeira, com uma nota na mão, ao pé coxinho, com uma taça de champagne na outra para brindar com a família e/ou amigos, que deves beijar e desejar um bom ano. Com certeza que existem mais coisas "a fazer" naqueles 12 segundos que contamos de forma decrescente com a boca cheia de passas e batemos as panelas à varanda, e festejamos.

Este ano vou esquecer a cadeira, o pé coxinho, as notas, e os desejos. Só não esqueço as passas porque até gosto de as comer. Vou pegar no meu mais novo ao colo, agarrar-me ao meu mais velho, contar de 12 até 0, pôr as passas todas de uma vez na boca, e dar-lhes um mega beijo. Depois vou dar um beijo ao homem que me atura 365/366 dias por ano, dar um golo no champagne e ver o fogo de artificio com os miúdos.

Vou guardar os desejos para depois, com calma, para que o universo preste atenção aos meus pedidos. Todos ao mesmo tempo, enquanto se ouvem os foguetes deve ser uma grande complicação, e assim, devagarinho, um por dia, vou debitando os meus. Ainda não decidi se tenho 12 desejos ou se os vou reduzir para metade. Não costumo ser muito pedinchona, por isso talvez deixe os outros 6 para alguém que queira pedinchar um bocadinho mais.

Este ano que vai entrar vai ser o meu ano. Mas não se preocupem, que não sou invejosa e por isso não me importo nada que também seja o vosso ano.

Um Feliz 2017.



Aquele beijo,
Ana

Monday, September 12, 2016

[há dias assim] Mãe de Quatro?

Tem sido tão difícil manter o blog *suspiro*

Esta coisa de ter dois filhos, e mais dois blogs (que é como quem diz mais dois filhos) é muito complicada. Tenho tratado os blogs como os filhos mais velhos, que já criámos e que só vamos confirmando se está tudo bem, se precisam de alguma coisa. Eu bem sei que não pode ser. Um blog é (ou devia ser) como um filho bebé, porque quem nos lê (que eu duvido que ainda haja alguém) merece esse respeito e essa atenção. Mas infelizmente, eu não tenho conseguido.
Preciso de me organizar (ainda) mais. E agora que o Vicente já é mais independente talvez consiga dedicar mais tempo à escrita de que tanto gosto. Por outro lado, por ser mais independente é milhões de vezes mais irrequieto e perigoso. Veremos.

Quem está por aí, que não nos abandone. Gosto de vos ter aí. Obrigada. Muito muito obrigada!



Aquele beijo,
*muah*
Ana

Thursday, September 8, 2016

[há dias assim] Primeiro dia

Primeiro dia de escola. Primeiro dia no Primeiro ano. Primeiro dia do meu primeiro filho.

Ai que o coração estava apertadinho, não por achar que ele ia estranhar, mas por não poder estar pertinho para o ir observando. Sei que tudo vai correr bem, mas o bom mesmo era estar lá quando corresse mal e sussurrar-lhe ao ouvido "ouve lá, o que é que eu te disse em casa?".

*Foto cedida gentilmente e de forma gratuíta no site da Cutxicutxi

Aquele beijo,
*muah*
Ana

Saturday, February 6, 2016

[há dias assim] inveja (da boa!)

Sim! Foi isso que senti quando vi uma foto no Facebook. Eu explico já!

Quando andávamos na escola preparatória, muito provavelmente, todos tivemos aquele ou aquela colega (ou colegas) que era conotado como companhia menos boa. Sei lá, que não devíamos andar muito com ele, diziam os pais e os professores. Infelizmente para mim, tinha um fraquinho por ele e cheguei a ser expulsa da sala por causa dele, mas adiante.
Esse rapaz tinha um grupo de amigos, tal como eu! Os amigos dele eram, supostamente e tal como ele, companhias menos boas, diziam também os pais e professores.
Hoje somos amigos no Facebook, publicamos no mural um do outro 1 vez por ano, quando um de nós faz anos, e comentamos muito ocasionalmente fotos dos nossos filhos. Ele emigrou, não sei à quanto tempo nem porquê, mas não interessa para a conversa. Ele veio a Portugal de férias. Ele e os amigos da preparatória fizeram um jantar. Eram imensos. Conheci as caras da maioria, dessa época em que frequentávamos o 7º, 8º e 9º ano. Ele, que vive fora do país, conseguiu vir a Portugal e juntar-se com os amigos todos de à tantos anos (e que quanto sigo no facebook continuam amigos, não se juntam só para jantares!). Tive inveja! Da boa, porque acho fantástico que a amizade continue por tantos anos.
Vivo em Portugal, tal como a maioria dos meus colegas dessa altura. Por perto (mesmo perto) mantenho 2 pessoas dessa época. Uns outros quantos com quem ainda mantenho contacto. Mas conseguir organizar um jantar com o grupo todo é uma coisa praticamente impossível (fizemos um jantar à uns 3 anos, e éramos no máximo 10). Portanto, por aqui, fazemos jantares a 3 e mesmo esses são cada vez mais raros.



Conversa que não interessa a ninguém, eu sei. Mas pelos vistos as más companhias sabem o que é amizade a sério. E as boas... bem as boas talvez nem tanto.


Aquele beijo,
*muah*
Ana