Saturday, January 9, 2016

[este ano é que vai ser] eu bem disse

Só para vos dizer que as mães terem sempre razão. Quando anunciei orgulhosamente à minha mãe que tinha começado a comedir-me (sim, porque não consigo deixar de comer!) no que comia e a fazer exercício ela respondeu "porque é que não esperaste para começar depois dos teus anos?". Claro, teria sido muito mais fácil até porque faço ano hoje (ou fiz ontem que já passa da meia noite!). Era só esperar para começar no domingo. Mas não! Não esperei. E agora estou o 2 dia de pseudo dieta e já me desgracei e não fiz os exercicios porque me doiam os abdominais e hoje tinha imenso que fazer.

Mas ontem (ou antes de ontem) fui forte e ainda consegui ouvir um "eh lá corajosa" do homem cá de casa. Jantei sopinha e uns muffins de espinafres, dois mais propriamente. Quando me apeteceu um doce comi um quadrado de chocholate preto. Fui para a cama cheia de fome e enchi-me de água mas resisti.

Para que conste ainda resta salame da passagem de ano e não o fui comer, portanto contínuo a fazer um esforço.

Prometo que domingo volto ao regime de menos comida, comida da boa que não faz tanto mal, e aos exercícios, que embora fraquinhos me deixaram os abdominais e os glúteos doridos.

E hoje, no dia dos meus anos, não podia estar mais feliz, porque inicia-se uma semana sim (ou melhor duas, que andamos em experiências para ver se resulta melhor 15 dias em cada lado - vamos testar!). Assim, almocei com os três homens cá de casa, e ao jantar juntei o outro homem da minha vida a estes três e a minha mãe. Amanhã ainda se festeja com a avó e os amigos. Não gosto de fazer anos, mas concordo que a vida é para ser celebrada, e por isso vamos lá festejar mais um ano!

Deixo-vos com fotos dos deliciosos muffins (que já não é a primeira vez que faço porque são deliciosos).

Receita adaptada daqui.
Aquele beijo,
*muah*
Ana

Thursday, January 7, 2016

[este ano é que vai ser] a modos que morri aos 32

Algures no mundo (na Austrália por exemplo) já tenho 32 anos. Digo isto porque o meu querido amigo George (que por acaso é australiano) já me deu os parabéns. Tenho 32 e morri! Não literalmente, óbvio, pois não poderia estar a escrever. Mas morri de cansaço e suor!

Serve o presente apenas para vos informar que contínuo a levar muito a sério esta história de ficar em forma, saudável e perder peso (e ficar boazona!). Passaram menos de 24 horas, eu sei! Mas já consegui atingir marcos marcantes (passando a redundância). Não comi pão à refeição e a metade que ele (o R grande) colocou próxima de mim em modo de "vamos lá ver se resistes" voltou para dentro do saco do pão. Não petisquei à noite como faço sempre e em vez disso bebi um cházinho (eu sei! eu? chá!). Não bebi à refeição, não ando a petiscar coisas que não devo (apesar de ter fome, enxarquei-me em água).  Mas, mais importante que tudo isso, fiz exercício. Mais precisamente 2 treinos de fitness que existem no youtube e que geralmente me cansavam só de olhar. Mas fiz o nível de beginners, treino de braços e treino de pernas. Coisa pouca é verdade, mas é melhor que estar alampada no sofá a escrever-vos.

Pronto, está contado! Não se riam. Estou a levar isto muito a sério! Quando sentir o corpo dorido, digo-vos se vou continuar ou não!

Aquele beijo,
*muah*
Ana

Wednesday, January 6, 2016

[este ano é que vai ser] primeira resolução de 2016

Faltam menos de 2 dias para fazer 32 anos.

2015 e os 31 foram um bom ano – basta dizer que foi o ano em que nasceu o meu mais novo, e quem me conhece sabe o quanto amo ser mãe e o quanto pensava em ter filhos.

Para 2016, além de cuidar dos meus, que está inerente à condição de mãe, filha, mulher, neta e amiga, quero cuidar mais de mim. Não é segredo para ninguém que a minha garganta é um farrapo, as minhas costas já passaram a garantia, o meu pescoço é um tijolo e o meu peso ultrapassou os limites do desejável.

Este ano será o ano em que vou ficar em forma. Não, isto não é uma promessa a vocês, aquelas 3 pessoas que me leem. Não é uma daquelas resoluções que fazemos todos os anos “este ano é que é, vou ficar boazona!”. Não! É uma carta a mim, para que sirva de motivação, para me lembrar que eu quero mesmo isto. E se tem que começar por algum lado, que seja com a promessa a mim mesma de que vou tentar.

Espero daqui a um ano, em vésperas de fazer 33, dizer-vos que estou feliz, saudável, e com menos uns quilogramas (Bem sei que devemos ter uma meta a atingir! Eu tenho! Só não a estou a partilhar já, aqui!)



Aquele beijo,
*muah*
Ana

Wednesday, September 2, 2015

[há dias assim] amor de irmão

Estamos em semana não. Escrevo com o baby V. ao colo. Está impaciente. Podem dizer-me que é do calor. Podem dizer-me que são cólicas. Podem dizer-me que é das vacinas que tomou na segunda-feira. Eu acho que é do barulho. Ou melhor, da falta dele.
O R. é um mano mais velho muito querido, atencioso, sempre a dar beijos e mimos ao mano e a pedir para lhe dar colinho, mas tem cinco anos. Pedir-lhe que faça pouco barulho enquanto brinca é o mesmo que nada. Ele começa a sussurrar, mas os decibéis vão aumentando. O V. já se habituou ao barulho do mano. Não o incomoda. Não chora. Não o torna impaciente.
Hoje que o mano não está, e que a mãe tem o coração apertadinho de saudades, reinam as conversas da mãe, mas já deve estar farto da minha voz. Tentei as músicas de embalar mas só resulta se estiver ao colo. Acordado, experimentei a espreguiçadeira, mas continuou a refilar. Deixei-o ficar, mas liguei a tv nos bonecos que o R. costuma ver. Bonecos barulhentos, por sinal. O V. acalmou, ficu entretido na espreguiçadeira e pude fazer o almoço e almoçar! Nem sequer estava virado para a tv. Bastou o barulho.

A falta que o R. nos faz. Amor de manos é tão lindo.

Aquele beijo,
*muah*
Ana

Wednesday, August 19, 2015

[read all about it] a reter...

Hoje trago-vos um texto inspirador. Um texto de uma mãe divorciada, a Kiki. Um texto fantástico que li aqui num blog igualmente fantástico! 

"Os filhos são nossos. Porque saíram de nós. Não da nossa barriga, mas de nós. Daquilo que construímos. E embora tenham nascido de um amor que já não existe, esse amor acaba por existir para sempre. Neles. Porque foi de amor que eles foram feitos. Da carne com carne, do beijo com beijo. 
Terão sempre um pouco dele, terão sempre um pouco de nós. Nem que seja o mau feitio do pai ou o jeito fantástico para dançar da mãe. (Cada um que puxe a brasa à sua sardinha como quiser.)
Numa separação, acaba-se o casal, acaba-se aquele núcleo familiar. Mas os filhos levam até à eternidade aquilo que um dia existiu. E por isso serão sempre nossos. Tão meus. Tão dele. E só por isso merecem todo o nosso respeito e toda a nossa consideração.
Eu entendo o coração de uma mãe que sofre por ter de deixar um filho ir para o pai. Seja para férias, seja para fins-de-semana. Entendo o amor visceral que faz uma mãe sofrer por ter de deixar o filho ir. As saudades dilacerantes. Também a mim me custou tanto, doeu por dentro. As primeiras noites que eles dormiram longe de mim. As primeiras noites que não rezámos juntos o anjo da guarda, que não pus a almofada na posição que eles gostam, que não lhes dei aquele beijo igual a todas as noites desde que nasceram. Juro que entendo. Mas um pai ama tanto um filho como uma mãe. Eles são tão nossos quanto deles. E um pai (ou mãe) não pode ser privado desse privilégio. Nem os filhos! De os deitar na cama à noite e de se deitarem com o pai, de lhes dar aquele abraço quentinho e de receberem aquele abraço quentinho. De os ver acordar no dia seguinte e de se enrolarem no sofá com o leite e os desenhos na televisão. Porque quando uma mãe priva o pai de o fazer, não está só a privar o pai. Está também a privar o filho.
Com o tempo apercebemo-nos que é tão importante para eles o tempo que passam do lado de lá, como é o tempo que passamos nós sozinhas sem eles. Porque temos um privilégio que as mães casadas não têm. Tempo! Tempo para dormir, tempo para sair, tempo para namorar, tempo para ler, tempo para ir ao ginásio. Nem que seja para arrumar a casa sem tropeçar nos brinquedos que acabámos de arrumar 5 minutos antes. Tempo para não fazer nada! Tempo! Aquele tempo que tanto reclamávamos que não existia. E por isso, temos de ver o copo meio cheio.
É importante! É muito importante que nunca nos esqueçamos disto. Quando um dia tivermos vontade de lhes (ao ex) mostrar que estamos zangadas, tristes, frustradas, não nos esqueçamos! Os filhos são feitos do nosso amor. Que mesmo que já não exista em nós, existe neles. Que não saíram só da nossa barriga. Saíram de nós! E são tão nossos, quanto deles.
E nós recebemo-los de volta preenchidas, realizadas, relaxadas e descansadas e eles voltam para nós felizes e completos! Completos porque têm tempo de pai e tempo de mãe. Porque recebem amor de pai e amor de mãe. (Mesmo que tenham comido ovos com salsichas o fim‑de‑semana inteiro! São ovos feitos com tanto amor como a carne assada com esparregado feitos por nós!) E assim estaremos a criar adultos fortes, felizes e justos.
Os filhos são nossos! Meus e dele! Porque saíram de nós."

A reter.



Aquele beijo,
*muah*
Ana

Monday, August 17, 2015

[há dias assim] baby shower

Fiz um baby shower! Inicialmente a ideia agradava-me, mais por poder juntar as amigas à volta da mesa do que outra coisa qualquer. Não fiz baby shower do R. Acho que ainda não estava na moda. Perguntei às amigas e à mãe o que achavam e todas disseram que era uma óptima ideia. Uma semana antes da data marcada, embora com muitas ideias tiradas do pinterest e sugestões pedidas a amigas que já tinha feito ou participado, ainda não tinha nada preparado. Estava de 35 semanas, mais uns dias. Uma barriga enorme, um quarto vazio, nada para a cria vestir e ordens dos médicos para descansar. Mas lá preparei umas coisinhas. E quem tem amigos tem tudo, e ninguém veio de mãos a abanar portanto tivemos comida de sobra!

Ficam as sugestões, para quem como eu, nunca tinha organizado ou participado de um baby shower.

1. Miminhos para as amigas - Pulseiras com iniciais das amigas.
2. Jogo das apostas - As amigas apostaram na data em que o V ia nascer. Ganhavam um jantar.
3. Pormenores de decoração - Reaproveitamente de frascos de doce.
4. Guestbook - Cada amiga preencheu um balão com dedicatória.

1. Pormenores de decoração - Flores de papel.
2. A grávida!
3. Bolinho feito por uma amiga - Delicioso.
4. Cupcakes - Além de saborosos, dão um toque especial na mesa.

E foi assim, o nosso chá de bebé! Inspirem-se!

Aquele beijo,
*muah*
Ana

Wednesday, August 12, 2015

[se eu fosse uma mãe cheia de estilo] as nossas escolhas

O R. já tem os seus gostos e as suas manias. Embora ainda vista aquilo que eu quero, já gosta de opinar quando vamos às compras. Se fossemos ambos escolher um outfit para passear seria algo deste género. Na esquerda, com t-shirt (de decote em V e com bolso, que são as que ele mais gosta!) e calções, ténis e um chapéu, seriam as escolhas do R. Os ténis seriam sem atacadores provavelmente, dada a dificuldade que ainda tem em aperta-los. À direita, as minhas escolhas - calções e camisa (porque adoro vê-lo de camisa) e umas alpercatas. Os suspensórios adoro, mas dificilmente conseguiria colocá-los ao R.


Aquele beijo,
*muah*
Ana