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Esta é a nossa música. Assim o é desde à muito tempo para cá. Desde que nasceste talvez, ou um bocadinho mais tarde. Sê-lo-à todas as noites antes de dormir. Sê-lo-à para todo o sempre. Porque gosto de ti, desde aqui até à lua. E tu sabes isso. E também sabes cantar para mim, com a tua voz doce de menino pequeno. E quando as saudades batem ainda mais forte, dou por mim a cantarolar porque é assim que te sinto ainda mais perto. Não me sai da cabeça e adoro demais. André Sardet - Adivinha o quanto eu gosto de ti.
"Gosto de ti desde aqui até à lua // Gosto de ti desde a lua até aqui // Gosto de ti simplesmente porque gosto // E é tão bom viver assim"
Aquele beijo,
Já à dias partilhei no meu facebook que noutra vida devo ter sido mecânica, mestre de obras ou costureira. Ou as três. Desde sempre que ambiciono uma garagem ao estilo americano, cheia de bancadas de trabalho e ferramentas de todos os tipos, preparada para quaisquer bricolage que me apeteça experimentar. Sou o género de pessoa que quando olha para um móvel (ou uma peça de roupa, ou um qualquer bolo) em vez de pensar "aii quem me dera ter isto" diz alto e bom som "hum isto não deve ser difícil de fazer". Por isso, preciso muito de uma bancada destas e quando fui à Brico Depôt que abriu recentemente em Loures, perdi-me de amores por uma bancada azul (igual ou muito parecida a esta), perfeita para todo o tipo de ferramentas! Está na minha wish list, e já encontrei umas estantes a condizer, perfeitas para a organização da garagem.
Quero <3
Aquele beijo,
*muah*
Ana
Tenho saudades de escrever. Escrevo mentalmente no banho ou na cama, nas muitas noites em que não consigo dormir. Escrevo enquanto passeio pelo facebook para ler as últimas, ou enquanto coso à mão ou à máquina (a minha última pancada). Só não me tem apetecido escrever mesmo, nem no papel nem no computador. As ideias passam, ficam perdidas lá num qualquer canto, e depois o blog fica abandonado. Há alturas na vida em que a única coisa que me apetece fazer de manhã à noite, é sentar-me de computador no colo e escrever ideias e textos, coisas sem nexo ou histórias passadas que não quero esquecer. Há alturas na vida em que não me apetece nada disso. De facto, apetece-me é esquecer... E por isso não consigo sentar-me de computador no colo.
O blog nunca ficará abandonado, meus queridos! Pode ficar um tempo sem textos. Posso não trazer nada de novo ou digno de ser lido. Mas a vontade de explodir tudo, essa volta sempre. E aqui, neste meu cantinho, poderei sempre explodir à vontade. À vontade, que não é à vontadinha, sabe-se lá quem anda por aqui a cuscar a vidinha desta pessoa.
A vidinha desta pessoa anda assim com altos e baixos como de costume... Nada de novo nesse ponto, se querem mesmo saber. A verdade é que será assim o resto da vida, e embora o resto da vida espero que seja muito tempo, não me chateio com isso. Chateio-me com as comichões, os ataques de calor ou frio e as más disposições e vómitos constantes. As dores, essas já não me chateiam. Há coisas na vida com as quais se aprende a viver...
Aquele beijo,
*muah*
Ana
Desculpem aqueles que não esperam ler sobre futebol no blog de uma mãe... Mas esta mãe já foi muito viciada em futebol. Em desporto no geral. Mas depois deixou-se disso! Tenta nunca deixar passar um jogo do Sporting e da Selecção. E neste mundial, vou estar com eles, a torcer muito para que tudo corra bem.
É que o futebol move montanhas, derruba barreiras e faz as pessoas felizes! Tal como o amor e a música, o futebol é uma língua universal! 'Bora lá gritar pela nossa selecção, que está na hora de começar a festa!
Aquele beijo,
*muah*
Ana
Estive de férias! Corrijo! Eles estiveram de férias, e eu, que contínuo de baixa, pude aproveitar os dias com eles. Estamos em época de crise, e as ditas férias foram em casa. Paz para a alma e para o corpo. Namorar os dois, enchê-los de mimos e receber os mimos a dobrar. Já se acabou a boa vida! Para eles, que voltaram à vida normal, e para mim que voltei a ficar sozinha em casa. Resta-me o sol na varanda, e o silêncio.
Mas às vezes, também o silêncio sabe bem...
Aquele beijo,
*muah*
Ana
Uma reportagem para os cépticos e para os que acham que não lutei o suficiente pelo meu filho. Sim, não é fácil. Duvido que alguém ame tanto os seus filhos como nós, pais dispostos a "abdicar" dos dias na vida de um filho para o bem estar e felicidade deles. Custa muito. As saudades são imensas. A vontade de querer voltar atrás. Mas o meu filho é feliz. Muito feliz. Basta olhar para ele.
Se voltasse atrás faria o mesmo? Não sei! Mas cada vez mais estou certa de que foi a decisão acertada. Muito porque o pai M. se tornou num pai ainda melhor. Parabéns a ele e parabéns a nós todos (companheiros incluídos) por sermos capazes de fazer o R. tão feliz.
Vejam, mas vejam mesmo!
Aquele beijo,
*muah*
Ana
A sério. A maioria de nós trabalha para um qualquer chulo que paga uma miséria pelos "serviços" que fazemos e ainda fica com os lucros quase na totalidade. Alguns de nós fazem-no por dinheiro, outros por prazer. Vendemos o corpo, o intelecto e o coração em troca de uns tostões para alimentar a família. Chegamos a casa cansados e sem forças para desfrutarmos daquilo que sobrou. A sensação de que estamos a ser chulados e roubados está em todo o lado. Basta sentar-mo-nos no sofá, nessas horas de descanso e vermos o telejornal. Todas as noticias nos "gritam" que uns estão cada vez mais ricos, e outros cada vez mais pobres. Acima dos nossos chulos, ainda temos outros c*brões a tentarem sacar-nos mais uns trocos, por "usarmos" o país deles, esse que também é o nosso país.
E todos os dias, lá vamos nós para a rua, sem vontade, levantar a saia e mostrar a perna, em troca de mais uns tostões.
Não foi esta a vida que imaginámos para nós, com toda a certeza. Ninguém sonha com isto. Não é esta a vida que queremos para os nossos filhos. Todos temos vontade de nos recusarmos a ir para a rua. Mas as contas têm que se pagar. E é assim que ficamos sempre na mesma... E ninguém faz nada para mudar isto...
Aquele beijo,
*muah*
Ana
PS - Desabafo entalado na garganta à uns tempos já... Escrito na cabeça milhões de vezes. Reescrito no papel. Perdoem-me pela linguagem. Perdoem-me se não concordam comigo. Perdoem-me por não fazer nada para mudar isto. É que eu também tenho contas para pagar. Atenção, que não é para ser levado à letra. Não! Não ando a vender o corpo.