Thursday, November 21, 2013

[o melhor do meu dia] tão bom...

[post copiado do outro blog, quando comecei a escrever sobre o que me vai no coração]

Hoje fiquei a namorar o piolho. Eu em casa doente e ele "baldou-se" à escola (com autorização da professora) para ficar com a mamã. Tão bom tê-lo por perto.



Aquele beijo,
*muah*
Ana

Wednesday, November 20, 2013

[o melhor do meu dia] conhecer alguém novo

[post copiado do outro blog, quando comecei a escrever sobre o que me vai no coração]

Conhecer pessoas novas é sempre bom. Hoje foi bom conversar com alguém novo!



Aquele beijo,
*muah*
Ana

Tuesday, November 19, 2013

[o melhor do meu dia] dumbo

[post copiado do outro blog, quando comecei a escrever sobre o que me vai no coração]

Sentadinha no sofá com o principe R. enroscado em mim a ver o Dumbo. Amor de mãe e filho. Nada mais apropriado.

Foto tirada do Pinterest

Aquele beijo,
*muah*
Ana

Monday, November 18, 2013

[o melhor do meu dia] juntinhos no quentinho

[post copiado do outro blog, quando comecei a escrever sobre o que me vai no coração]

Estamos os três na sala. Ar condicionado ligado porque faz frio. Mantas e almofadas para aconchegar. Eu e o principe R. vamos jogando playstation à vez. Está nos últimos 5 minutos. Adora jogar com companhia. Aliás, só quer jogar com companhia. E eu adoro jogar com ele. O maior está agarrado às ferramentas a tentar consertar qualquer coisa. Mas estamos os três juntos e sempre a dar palpites uns aos outros.




Aquele beijo,
*muah*
Ana

Sunday, November 17, 2013

[o melhor do meu dia] he stole my heart, forever and ever

[post copiado do outro blog, quando comecei a escrever sobre o que me vai no coração]

Hoje é domingo. Para quem não sabe, estou separada do pai do meu filho e partilhamos guarda e custódia. Isto significa que partilhamos os dias, as semanas, os meses, os feriados e os dias de anos. Partilhamos tudo menos uma vida em comum. O principe R. vive uma semana em minha casa e outra em casa do pai. Hoje regressou depois de mais uma semana com o pai. O melhor do meu dia foi poder deitá-lo na cama, receber aquele beijo e abraço quente e meigo e um "dorme bem mãe". O melhor do meu dia é ele.



Aquele beijo,
*muah*
Ana

[há dias assim] It's the possibility that keeps me going, not the guarantee

[post copiado do outro blog, quando comecei a escrever sobre o que me vai no coração]

Sozinha no silêncio, vejo o passado, o presente e o futuro. Sei que o futuro não é igual ao presente, e preciso de exprimi-lo, essa necessidade de ser outro alguém. Ultimamente, como noutros períodos da minha vida, tenho necessidade de escrever. Rabisco ideias e sonhos, em cadernos ou folhas soltas, sentada numa esplanada ou numa sala de espera. Textos perdidos ou que se encontram depois no meio de outros. Esta necessidade de escrever, de deitar cá para fora tudo o que sufoca. Surge tantas vezes. Surge essencialmente quando ninguém me ouve. Ou quando sinto que isso acontece. Quero fazer da arte a minha vida. Quero criar porque a criar me sinto feliz. E hoje apeteceu-me criar textos que dizem tudo e nada.



Aquele beijo,
*muah*
Ana

Saturday, November 16, 2013

[read all about it] until death do us apart

[post copiado do outro blog, quando comecei a escrever sobre o que me vai no coração]

“Ainda me lembro daquela sweatshirt azul escura com uma ovelha no peito, e os cabelos longos e esticados. Lembro-me de todos os dias me cruzar contigo, naquelas escadas de empedrado. Lembro-me de te achar convencida. Com a mania de alguma coisa. Não sei do quê. Sei que eras da minha turma, e que te sentavas sempre na ultima mesa da sala com outra colega. Sei que odiavas dar nas vistas.
Mas não me recordo de como nos aproximámos. Fico feliz por o termos feito. Fomos adolescentes felizes. Viajámos. Passeamos. Conhecemos rapazes e namorámos. Fizemos asneiras. Inventámos desculpas. Fomos cúmplices a ainda hoje nos rimos com esses episódios.
(...)
Dos tempos difíceis, peço desculpa por nem sempre teres sido o meu primeiro ombro. Peço desculpa por não correr para ti quando a única coisa que quero é chorar. Peço desculpa por querer estar sempre sorridente, sempre feliz e sempre cheia de energia quando estou contigo. Acho que já nem me conheces se assim não for. Mas eu guardo para mim e não conto a ninguém. Não gosto que vivam a minha tristeza. Prefiro que se riam comigo.
A ti, perdoou por já nem me reconheceres. Perdoou-te por já não saberes diferenciar quando estou bem ou mal. Perdoou-te por nem sempre correres para mim também. Sou a rainha da dissimulação. Sei que não é fácil veres em mim como me sinto por dentro. Por isso, perdoou-te!
Seremos sempre assim, amigas. Para o bem e para o mal, até que a morte nos separe.”.




O texto em azul claro é parte de algo que anda à muito para ser terminado. Textos soltos que se encontram num todo.

Aquele beijo,
*muah*
Ana